Estética Genital Feminina
Estética Genital Masculina
 

[10/05/14 - 15:24] - Espanha

Congresso de Medicina Anti-Envelhecimento em Barcelona

       No próximo final de setembro, Barcelona será a sede do IV Congresso da Sociedade Espanhola de Medicina Antienvelhecimento e Longevidade, com a participação de todas as sociedades européias associadas para discutir novas técnicas em medicina estética, medicina antienvelhecimento e longevidade.

       Com a participação de médicos franceses, suíços, italianos, ingleses, além de espanhóis e latino-americanos, este congresso aborda os mais variados assuntos na prevenção do envelhecimento em homens e mulheres.

     O Dr. Jorge Gioscia estará presente falando sobre a Estética e a Sexualidade da Mulher Madura.

Maiores informações http://www.med-estetica.com/semal/

 

[24/04/14 - 08:50] - São Paulo

Rejuvenescimento Facial com produto derivado do óleo da Mamona

       No ano de 2003, a agência reguladora de remédios dos Estados Unidos, a FDA, aprovou o uso de próteses fabricadas com o óleo de mamona, planta nativa brasileira. O produto, testado e fabricado no Brasil, já é usado como substituto de ossos danificados em acidentes e tem baixa rejeição pelo organismo. Agora, a mamona (Ricinus communis) entra novamente em cena como uma nova opção no rejuvenescimento facial, por meio de implantes realizados sob a pele para a correção de flacidez.

       Gilberto Chierice, do Instituto de Química da USP de São Carlos e coordenador da pesquisa com as próteses de mamona, iniciou em 2003 uma nova pesquisa usando o polímero de poliuretana de óleo de mamona, na forma de fio serrilhado, como implante subdérmico, chamado de Fio Lifting Biológico. Segundo o pesquisador, as moléculas desse polímero são muito semelhantes às moléculas de gordura existentes no organismo humano, características que as tornam biocompatíveis. ''Já os implantes derivados de petróleo ou metal são vistos como um artefato estranho ao organismo, e por isso, correm risco de rejeição'', explica. Outra vantagem do implante desenvolvido é induzir a formação de colágeno (proteína fundamental para as fibras de tecido e estruturas do corpo) e eliminar o surgimento de bactérias, quando confeccionado em formas sólidas.

       O objetivo principal dessa pesquisa, que faz parte do mestrado em Bioengenharia do médico Athanase Chritos Dontos, foi analisar o grau da resposta inflamatória do tecido celular subcutâneo após receber o implante do fio de óleo de mamona.

       Os fios foram implantados no tecido celular subcutâneo de camundongos, sob anestesia local, e em pacientes com flacidez dérmica facial. No primeiro caso, analisou-se os tecidos e estruturas celulares, e no segundo, as modificações que surgiram a partir de fotografias tiradas no pré e pós-operatório.

       Dentre os resultados obtidos, constatou-se que o implante levou à formação de fibroblastos - células que produzem fibras de tecido conjuntivo, como por exemplo, o colágeno. "A presença mecânica do fio de mamona provoca tensão e a reação de cicatrização induz a formação de fibras de colágeno; além disso, esse material, quando implantado, não produz reação inflamatória", explica o pesquisador.

       Durante o processo natural de envelhecimento, há degeneração de proteínas que entram na composição da pele, como o colágeno e a elastina, resultando na perda da elasticidade da pele e tecidos adjacentes. Entre os fatores que contribuem para o envelhecimento estão a ação natural da força da gravidade, a radiação solar, além da contribuição de fatores genéticos.

       Segundo a Sociedade Brasileira de Medicina Estética, o Brasil é o vice-campeão mundial em cirurgias plásticas e em aplicação da toxina botulínica (o Botox), ficando atrás apenas dos Estados Unidos. Atualmente, vários procedimentos médicos realizados em consultório proporcionam melhorias na aparência, sem os inconvenientes, riscos e custos de uma cirurgia plástica.

       O produto já vem sendo testado em pacientes, mas aguarda a certificação de fabricação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Posteriormente, serão desenvolvidos testes de implantação do fio biológico de mamona em outros locais do corpo, na correção de flacidez de braços, nádegas, abdomens, coxas e também no tratamento de estrias.

       A pesquisa foi reconhecida como um dos melhores trabalhos apresentados durante o IV Congresso Mundial de Medicina Estética da Associação Internacional de Medicina Estética (ASIME) no Brasil, em março de 2007.

 

[20/04/14 - 21:45] - Roma

Cirurgia Estética Genital é moda na Itália

       Além das operações para aumentar os seios, modificar a face e reduzir o abdômen e os glúteos, a cirurgia estética ganhou uma nova moda entre as italianas: a operação da região genital. Segundo um estudo da clínica especializada italiana Clinique, entre as cirurgias mais procuradas nos últimos tempos se encontra a redução dos lábios genitais.

       Muitas mulheres reclamam que a excessiva dimensão da região lhes causa problemas e dores durante a prática de atividades esportivas, como andar a cavalo e de bicicleta, ou em suas relações sexuais.

       Em segundo lugar no ranking das operações mais realizadas nos genitais femininos está a diminuição do excesso de gordura no púbis, que cria desníveis em relação ao abdômen. A operação inclui a redução de gordura da zona abdominal.

       Além disso, duplicaram nos últimos anos as operações de reconstrução do hímen para restituir a "virgindade anatômica". Para as mulheres que foram mães, também existe uma operação que consiste em diminuir a vagina para aumentar a sensibilidade durante o ato sexual. Esta última intervenção cirúrgica, no entanto, é desaconselhada para pessoas que tenham problemas como incontinência urinária ou prolapso do útero.


Botox eficaz no tratamento da sudorese excessiva

TRATAMENTO PROVA QUE BOTOX É EFICAZ NO TRATAMENTO DE SUDORESE EXCESSIVA

       Médicos alemães conseguiram diminuir a excessiva sudorese da mão direita de uma paciente de 23 anos através de injeções de Botox, segundo o último número da revista médica "The Lancet".

       O Botox é o nome comum da toxina botulínica, registrada como fármaco, que é usada habitualmente para paralisar os músculos faciais e assim conseguir que as rugas desapareçam.

       O uso alternativo do Botox contra a sudorese é a face menos conhecida de uma toxina comumente associada à medicina estética.

       A princípio, a comunidade médica internacional desaconselhou o fármaco da neurotoxina produzida pela bactéria clostridium botilinum, para depois voltar atrás e abrir as portas em muitos países, entre eles Estados Unidos em 2002.

       O caso da paciente tratada com sucesso no Hospital universitário de Düsseldorf (Alemanha), que apresentava ataques de hiperidrose em uma de suas mãos, lança um pouco mais de luz sobre um uso do Botox, cada vez mais presente nos centros médicos.

       A jovem sofria desde pequena de suor excessivo que ficaram mais freqüentes nos últimos anos até chegar a uma média de cinco episódios por dia, de 30 minutos cada um e após os quais sua mão ficava gotejando a secreção.

       Estes ataques aconteciam de maneira inesperada e excessiva em momentos de estresse emocional durante a prática de exercício físico ou pela ingestão de álcool ou café.

       "A paciente tolerou bem o tratamento e sua qualidade de vida melhorou ostensivamente", afirmam os médicos que participaram do tratamento, que posteriormente e durante seis meses submeteram a jovem a contínuas análises para comprovar que o Botox tinha funcionado.

 

[13/03-14 - 20:45] - Goiânia

Postectomia e AIDS

       Como parte da campanha para redução dos casos de aids na África, representantes de países do continente africano na Organização Mundial de Saúde (OMS) se reuriram em Genebra (Suíça) para discutir uma questão polêmica: a circuncisão masculina como forma de prevenção da doença.

       Melindrosa por envolver fatores culturais e religiosos, a cirurgia que consiste na remoção do prepúcio – a pele do pênis que cobre a glande –, é considerada uma das poucas medidas que tiveram resultado positivo no combate à proliferação do vírus em alguns países da África, o continente mais afetado pela epidemia, onde mais de 25 milhões de pessoas são soropositivas.

       Os especialistas da OMS se debruçaram sobre os números de um estudo realizado no Quênia, na Uganda e na África do Sul que provou que a circuncisão reduz em até 60% a chance de um homem adquirir o HIV.

       Segundo cientistas, o prepúcio é formado por células mais suscetíveis ao vírus HIV. Com a cirurgia, também conhecida como postectomia, o homem estaria sob risco menor de adquir aids e outras doenças sexualmente transmissíveis.

       O estudo foi conduzido pelo Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos (NIH, na sigla em inglês), nos dois primeiros países, e pelo governo da França, no último. Os números, inicialmente divulgados em dezembro e publicados pela revista médica The Lancet, no final do mês passado, mostram que a porcentagem de redução do risco de adquirir o HIV foi de 53% (Quênia), 51% (Uganda) e 60% (África do Sul), entre homens heterossexuais circuncidados.

       Com os dados em mãos, representantes dos países envolvidos discutirão como dar o próximo passo. Carlie Williams, uma das pesquisadoras do NIH envolvidas no projeto contou ao POPULAR que a OMS pediu a todos os países participantes que apresentem, em Genebra, um plano de ação a partir dessas informações. “O próximo passo é um verdadeiro desafio.”

       “Não tenho dúvida de que a prática da circuncisão poderá ajudar a conter a expansão da epidemia na África, onde a situação é das mais dramáticas, mas certamente há uma enormidade de barreiras a ser vencida”, diz o especialista em doenças infecciosas e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Walter Eyer-Silva.

       Um dos desafios dos cientistas é esclarecer como a intervenção pode influenciar no risco de transmissão do vírus às mulheres. Pesquisadores da universidade americana Johns Hopkins já estão trabalhando em Uganda para responder a essa dúvida e os resultados são esperados para 2008.

       Não menos polêmico é o tópico que diz respeito à influência que o método tem nas relações homossexuais entre os homens. Ao que tudo indica, segundo relatórios da OMS e da Unaids (Programa da ONU contra a Aids), a questão continuará, pelo menos por enquanto, em aberto. Para fazer com que os resultados do estudo se concretizem como um avanço contra a aids, o especialistas terão de driblar um outro entrave: o religioso. A circuncisão não é um procedimento aceito por todas as crenças.

       Veturiano Terto Júnior, coordenador-geral da Associação Brasileira Interdisciplinar de Aids (Abiaids), explica que a cirurgia não é praticada entre os hindus, por exemplo, ao contrário dos muçulmanos, seus inimigos em alguns lugares na África, e que a praticam corriqueiramente. “Como é que se impõe aos hindus um conjunto de valores de seus inimigos?”, questiona