O acúmulo de gordura que se desenvolve nas mulheres abaixo do umbigo ou mais especificamente abaixo de cicatriz de incisão tipo Pfannestiel é motivo de incômodo estético principalmente para pacientes de meia idade.

A opção cirúrgica é feita em comum acordo com a paciente na medida em que técnicas não cirúrgicas como a endermoterapia e carboxiterapia podem ser propostas como tratamento prévio.

Podem acontecer edema, hematoma, seroma, irregularidades da parede, infeção, trombose, além de perfuração da cavidade abdominal durante a cirurgia.

Utilizamos a coarboxiterapia após a primeira semana do procedimento cirúrgico no interesse de um menor endurecimento cicatricial do subcutâneo e da retração da pele. O retorno às atividades normais pode acontecer 2 a 3 dias após o procedimento. É aconselhável o uso de cinta elástica por cerca de 50 a 60 dias.

A sobra de pele do abdome provocada pelo envelhecimento e pela flacidez, embora a carboxiterapia e o uso de medicações injetáveis para tonificá-la possam ser utilizados, é queixa freqüente em pacientes com mais de 50 anos submetidas à dieta hipocalórica.

Tal como a carboxiterapia para a lipoplastia, também a adotamos para a abdominoplastia após sua primeira semana com os mesmos interesses de um menor endurecimento cicatricial do subcutâneo e da retração da pele. O retorno às atividades normais pode acontecer 5 a 7 dias após o procedimento. É aconselhável o uso de cinta elástica por cerca de 50 a 60 dias.